SE TORNE MAIS UM PARTICIPANTE

domingo, 24 de maio de 2015

Greve é direito


#acordaprofessor 
Greve é direito, só se cala aquele que concorda com que o governo vem fazendo com os servidores público, se vc não concorda, só resta uma alternativa, GREVE...

domingo, 26 de abril de 2015

Entenda melhor o que o governo quer com A ParanáPrevidência

A ParanáPrevidência – como é conhecido o Regime Próprio de Previdência Social do Estado – é composta por três fundos: o Militar, o Financeiro e o Previdenciário. A proposta, apresentada pelo governo estadual, sugere que 33.556 beneficiários com 73 anos ou mais sejam transferidos do Fundo Financeiro, que é arcado com pelo Tesouro estadual, para o Fundo Previdenciário, constituído a partir de contribuições dos servidores e do poder público.
O governo estadual afirma que o Fundo Previdenciário está capitalizado em mais de R$ 8,5 bilhões em investimentos. O Executivo argumenta ainda que esta migração proporcionará uma economia de R$ 125 milhões, por mês, com o pagamento de benefícios. Valor significativo para o cenário de dificuldade financeira vivido pela administração estadual, que diga-se de passagem, dificuldades criadas pelo próprio governo Richa. O projeto prevê que o Fundo Previdenciário terá somente o aporte de R$ 1 bilhão a partir de 2021, uma perda de 7,5 bilhões em 6 anos!!!Com o reinício de repasse ao Estado dos royalties da usina de Itaipu, que garantiria a solvência do sistema por pelo menos 29 anos. Mas e depois disso? Como ficara a aposentadoria daqueles que irão aposentar daqui a 30 anos?
O Fórum das Entidades Sindicais do Paraná (FES), por outro lado, não concorda com a proposta e também com a forma como o texto tramita pela Assembleia Legislativa, já que o líder do governo deputado Luiz Claudio Romanelli apresentou pedido de urgência.
Para os sindicatos, a medida impede o amplo debate sobre o assunto. Além disso, o FEss é contrário a proposta e apresentou uma série de considerações e sugestões. A exigência dos sindicatos dos servidores é para que o governo retire o projeto e reestabeleça o processo de negociação com as categorias. Esse fundo foi construído pelos funcionários e para os funcionários, não é uma poupança para um governo que faliu o estado, e agora quer passar essa conta para nós pagarmos. Você que não quer aderir à greve concorda com isso??

Assembleia foi realizada em um ginásio de esportes em Londrina (Foto: Alberto D'Angele/RPC)


terça-feira, 15 de outubro de 2013

Levante sua voz!!!


Povo do meu país, o poder está em nossas mãos!!!
Nossa voz precisa ser ouvida!!!
Não estamos pedindo nada de mais!!!
Nem querendo algo ruim para o país!!!
Estamos protestando!!!
Contra a impunidade, corrupção e desigualdade!!!
Por melhores condições de vida!!!
Por uma educação, saúde e segurança de qualidade!!!
Povo do meu país, o poder está em nossas mãos!!!
Não se deixe enganar!!!
Não se permita ser manipulado!!!
Os nossos inimigos estão no poder!!!
Não estão nos protestos!!!
Eles sim são os verdadeiros vândalos!!!
Vamos pra rua!!!
Vamos exigir o que é nosso de direito!!!
Comente, compartilhe, divulgue!!!
Não fique calado!!!
Faça sua parte!!!
Faça o que está a seu alcance!!!
Faça qualquer coisa para mudar!!!
Mas faça...
Levante sua voz!!!

domingo, 30 de junho de 2013

ESTRUTURA ESCOLAR AFETA SAÚDE DE PROFESSORES, CONCLUI ESTUDO

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O cotidiano escolar no Brasil pode ser insuportável para a maioria dos profissionais da educação. A conclusão é do historiador Danilo Alexandre Ferreira de Camargo, autor da dissertação de mestrado “O abolicionismo escolar: reflexões a partir do adoecimento e da deserção dos professores”, defendida na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP).
Durante quatro anos, Danilo Alexandre Ferreira de Camargo analisou mais de 60 trabalhos acadêmicos a respeito do adoecimento de professores, e concluiu que não existem diferenças significativas entre os conceitos apresentadas nas pesquisas sobre o tema.
O pesquisador ressalva que sua intenção não é questionar os trabalhos desenvolvidos, e sim a escola como instituição. Aplicando o conceito de governamentalidade desenvolvido pelo filósofo francês Michel Foucault, Danilo Alexandre Ferreira de Camargo defende que o adoecimento dos professores e sua posterior deserção profissional são resultados das condutas internas da instituição escolar.
Essa realidade, acredita o historiador, torna natural o processo de burocratização da infância, que por sua vez resulta em cidadãos facilmente comandados politicamente. Assim, conclui Danilo Alexandre Ferreira de Camargo, os problemas da realidade escolar devem ser encarados como uma questão política, e não apenas como desvios morais de alunos e professores.
A questão central da dissertação, segundo o autor, não é propor uma nova plataforma educacional, e sim provocar reflexões sobre a incapacidade da sociedade contemporânea de imaginar um modelo educacional substituto. “Nossa sociedade percebe o ensino escolarizado como algo absolutamente natural e indispensável, apesar do mesmo existir da forma que conhecemos hoje somente a partir do século XIX”, destaca.
Fonte: Universidade de São Paulo

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Poesia excepcional de um aluno do EJA. vale a pena ver..





O troco da natureza



Na aqueles campos bonitos


Onde tinha matas e flores


Tinha lindas borboletas


Sabias e beija-flores.


Quando anoitecia o dia


A natureza era uma festa


Com cantos de pássaros


Ela ficava a mais bela


Tinha uma cachoeira


Um rio pra pesca


Era mesmo um tesouro


Que eu não soube aproveita


Foi na minha ignorância


Ou até mesmo sem pensa


Eu peguei a foice e o machado


E fui com tudo acaba


Derrubei aquelas matas


Plantei milho e feijão


Fiz pasto e criei boi


Acabei com aquele chão


Eu fiquei rico depressa


A natureza me ajudou


Mas não vejo mais a floresta


E o rio já secou.


Hoje tudo é tristeza


Não tenho sono pra dormi


Não vejo mais aquelas matas


Que eu mesmo destruí.


E aquela linda cachoeira


Que brilhava ao por do Sol


Eu olho e não vejo mais nada


Só existe pedra e pó


As águas se acabaram


Não chove neste lugar


Não tem vida, nem riqueza


É o troco que a natureza dá.



Autor:Antônio Santana (Brito)

terça-feira, 18 de setembro de 2012

De quem é a culpa?...


De quem é a culpa  do fracasso escolar, muitos condenam os docentes, mais a meu ver, o professor é mais vítima do que culpado. Vitima e cumprisse, pois se o descaso com a educação chega ao ponto em que está, de certa forma, é porque nós permitimos.   

Percebe-se muito nos profissionais a falta de ética,de  uma postura correta, de um profissional. O profissionalismo dos professores está deixando a desejar. Pois os alunos aprendem mais com exemplos do que com palavras, e como um professor vai cobrar uma postura adequada de seus alunos se ele mesmo não a tem? Muitos estão desatualizados e mal organizados, pois não planejam suas aulas, não se atualizam nos estudos. Um professor tem que estar sempre estudando e se organizando. Organizar as aulas e estar ciente do que está falando para seus alunos, tudo isto é essencial para se ter rendimento na sala.
Nota-se também, que nas salas de aula ha vários alunos sem educação, sem um conceito familiar ou afeto. A ausência de valores e de uma educação familiar é muito grande, os pais não estão sabendo ensinar, ou seja, educar seus filhos, e acabam deixando de passar alguns valores que são essenciais para uma vida em sociedade, como o respeito, o amor, o afeto, a compreensão, a amizade e etc. Acabou-se atribuindo mais esta função aos docentes.
A ausência dos pais na vida dos filhos é muito grande, muitos deles tem que trabalhar fora para o sustento do lar, onde acabam ficando ausentes na vida do filho. Todavia a presença dos pais é muito importante no desenvolvimento de seu filho. O sistema em que vivemos está cada vez mais sugando o nosso tempo, impedindo o dialogo entre as famílias, o que dificulta a relação entre pais e filhos, sem a presença dos pais, muitas vezes não sabem distinguir o certo do errado.
Sem a presença dos pais no cotidiano dos filhos fica complicado para o professor. Muitos alunos, das mais variadas classes sociais tem uma enorme dificuldade em aceitarem regras e limites, isto é o reflexo da sua vida familiar, pois com pais ausentes eles pensam que podem fazer o querem e quando querem, e quando entram em contato com a escola, acabam prejudicando a todos.
Todos estes fatos se juntam com mais uma série de outros, que não deixam de serem agravantes, como a falta de recursos e o comprometimento do estado em garantir uma educação de qualidade, em oferecer uma preparação adequada dos profissionais envolvidos na aprendizagem, uma melhor estrutura e recursos didáticos para o professor, enfim uma mudança nas estruturas da educação brasileira, pois a sociedade mudou muitos nos ultimas anos,e a escola não está acompanhando estas mudanças.